Simples Ensaios

    I’m watching Forbrydelsen



“Finalmente consegui assistir o piloto da Dinamarquesa “Forbrydelsen”. Era a única que faltava dessa leva de sucessos do país. Talvez o fato de eu estar terminando a primeira temporada da versão americana da série tenha influenciado na minha percepção sobre o produto finalizado. Achei bom, mas “The Killing” é mais ágil e os atores americanos me pereceram melhores. Pode até ser que eu esteja falando uma grande bobagem, já que eu sou fã das séries dinamarquesas e acho todas muito melhores que suas adaptações, mas nesse caso vou precisar ir um pouco mais além do piloto. “Forbrydelsen” tem como base a mesma premissa da versão americana, porém a partir do 9o episódio as séries assumem caminhos independentes, criando assim uma liberdade criativa. A versão original possui 20 episódios na sua 1a temporada enquanto a americana possui apenas 13. Como o Netflix não é bobo e assumiu a produção da 4a e ultima temporada, eu priorizei “The Killing”, mas assim que terminar volto para a arte européia, muito mais introspectiva e focada nos personagens. Uma coisa que eu posso adiantar: a fotografia de “Forbrydelsen” é incrível. Eu diria que a versão perfeita seria fusão das duas: o desenho de som, montagem e trilha dos americanos está um nível acima, mas a direção e o roteiro dos dinamarqueses me pareceu mais consistente. Bom, indico as duas!!!”



    
    
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I’m watching Forbrydelsen

“Finalmente consegui assistir o piloto da Dinamarquesa “Forbrydelsen”. Era a única que faltava dessa leva de sucessos do país. Talvez o fato de eu estar terminando a primeira temporada da versão americana da série tenha influenciado na minha percepção sobre o produto finalizado. Achei bom, mas “The Killing” é mais ágil e os atores americanos me pereceram melhores. Pode até ser que eu esteja falando uma grande bobagem, já que eu sou fã das séries dinamarquesas e acho todas muito melhores que suas adaptações, mas nesse caso vou precisar ir um pouco mais além do piloto. “Forbrydelsen” tem como base a mesma premissa da versão americana, porém a partir do 9o episódio as séries assumem caminhos independentes, criando assim uma liberdade criativa. A versão original possui 20 episódios na sua 1a temporada enquanto a americana possui apenas 13. Como o Netflix não é bobo e assumiu a produção da 4a e ultima temporada, eu priorizei “The Killing”, mas assim que terminar volto para a arte européia, muito mais introspectiva e focada nos personagens. Uma coisa que eu posso adiantar: a fotografia de “Forbrydelsen” é incrível. Eu diria que a versão perfeita seria fusão das duas: o desenho de som, montagem e trilha dos americanos está um nível acima, mas a direção e o roteiro dos dinamarqueses me pareceu mais consistente. Bom, indico as duas!!!”

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    I’m watching Satisfaction



“Gostei muito do piloto de “Satisfaction”, série que estreou recentemente no canal USA. Foi a mais inglesa das séries americanas que eu assisti esse ano (rs). O tema segue a linha de “Dates” e “True Love”. O roteiro tem diálogos muito inteligentes e os plot twists são ótimos! A direção aproveita muito da estética inglesa de fazer seriados, com uma câmera mais solta, enquadramentos mais fechados e uma fotografia menos saturada. Realmente uma série que leva a sério as dificuldades que uma relação a dois pode representar: Neil Truman é um consultor financeiro que tem uma fria relação com a esposa Grace por sempre priorizar o trabalho. Em uma tarde, depois de um momento de fúria no emprego, Neil descobre que Grace vem fazendo uso de uma empresa especializada em oferecer acompanhantes para mulheres. Ao conhecer Simon, o homem que a mulher está pagando por sexo, Neil começa a se interessar pela profissão, o que o leva a ter novas experiências. É nesse momento que começam as dúvidas de Grace, onde ela passa a questionar se vale a pena salvar seu casamento, e de Simon, se o melhor caminho é continuar com as aventuras extra-conjugais. 
A produção é de Sean Jabloski, o criador de Suits, em parceria com Russ Krasnoff de Community, pela Universal Cable TV e a Krasnoff/Foster Entertainment. 
Indico a série com muita segurança de diversão garantida, para quem gosta do tema!”



    
    
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I’m watching Satisfaction

“Gostei muito do piloto de “Satisfaction”, série que estreou recentemente no canal USA. Foi a mais inglesa das séries americanas que eu assisti esse ano (rs). O tema segue a linha de “Dates” e “True Love”. O roteiro tem diálogos muito inteligentes e os plot twists são ótimos! A direção aproveita muito da estética inglesa de fazer seriados, com uma câmera mais solta, enquadramentos mais fechados e uma fotografia menos saturada. Realmente uma série que leva a sério as dificuldades que uma relação a dois pode representar: Neil Truman é um consultor financeiro que tem uma fria relação com a esposa Grace por sempre priorizar o trabalho. Em uma tarde, depois de um momento de fúria no emprego, Neil descobre que Grace vem fazendo uso de uma empresa especializada em oferecer acompanhantes para mulheres. Ao conhecer Simon, o homem que a mulher está pagando por sexo, Neil começa a se interessar pela profissão, o que o leva a ter novas experiências. É nesse momento que começam as dúvidas de Grace, onde ela passa a questionar se vale a pena salvar seu casamento, e de Simon, se o melhor caminho é continuar com as aventuras extra-conjugais. A produção é de Sean Jabloski, o criador de Suits, em parceria com Russ Krasnoff de Community, pela Universal Cable TV e a Krasnoff/Foster Entertainment. Indico a série com muita segurança de diversão garantida, para quem gosta do tema!”

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    I’m watching The Strain



“Eu gosto muito do trabalho do Guilhermo del Toro e quando fiquei sabendo que ele tinha acabado de lançar um livro tive a curiosidade de ler o primeiro capítulo que havia sido disponibilizado de graça na internet. Na época eu achei brilhante a história e pensei que, certamente, viraria um filme, mais precisamente, uma trilogia! Pois é, aconteceu melhor que isso, virou uma série! Acabei de assistir o piloto e minha surpresa foi ainda maior do que quando havia lido o livro! “The Strain” é fantástico! Para quem gosta de série de terror (respeitando a definição acadêmica) a série é imperdível! O piloto é um primor:  muito bem realizado, uma super produção, com roteiro ágil e inteligente; além de uma direção que Del Toro faz como ninguém. Um dos melhores pilotos que assisti ultimamente - infinitamente melhor que o roteiro de “The Walking Dead” por exemplo. Vale ressaltar que no time de roteiristas temos os autores do livro Del Toro e Chuck Hogan; e para completar “só” Carlton Cuse (Lost). Recomendo! A primeira temporada tem 13 episódios e é uma produção do FX.”



    
    
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I’m watching The Strain

“Eu gosto muito do trabalho do Guilhermo del Toro e quando fiquei sabendo que ele tinha acabado de lançar um livro tive a curiosidade de ler o primeiro capítulo que havia sido disponibilizado de graça na internet. Na época eu achei brilhante a história e pensei que, certamente, viraria um filme, mais precisamente, uma trilogia! Pois é, aconteceu melhor que isso, virou uma série! Acabei de assistir o piloto e minha surpresa foi ainda maior do que quando havia lido o livro! “The Strain” é fantástico! Para quem gosta de série de terror (respeitando a definição acadêmica) a série é imperdível! O piloto é um primor: muito bem realizado, uma super produção, com roteiro ágil e inteligente; além de uma direção que Del Toro faz como ninguém. Um dos melhores pilotos que assisti ultimamente - infinitamente melhor que o roteiro de “The Walking Dead” por exemplo. Vale ressaltar que no time de roteiristas temos os autores do livro Del Toro e Chuck Hogan; e para completar “só” Carlton Cuse (Lost). Recomendo! A primeira temporada tem 13 episódios e é uma produção do FX.”

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    I’m watching Crossing Lines



“Para quem tem Netflix, vai uma sugestão de série de investigação. Tenho que admitir que o piloto (em duas partes) de “Crossing Lines” é divertido. Muito bem produzido, mas cheio (eu disse cheio mesmo) de clichês. O que poderia ser um problemas acaba se tornando um ponto positivo, pois o roteiro não faz nenhuma questão de esconder essa linha! A história não tem a profundidade de “True Detective” ou de “Bron/Broen”, o que torna cada episódio um entretenimento despretensioso, tanto que já garantiu uma segunda temporada. William Fichtner (Prison Break) continua o mesmo canastrão, mas não dá para negar que o cara tem carisma. Donald Sutherland (o pai do Jack Bauer) também vai bem. Os outros personagens também são caricatos e poderiam ser melhor explorados, já que cada um representa um país da Europa; mas acho que faz parte do jogo essa superficialidade. Não é uma série para pensar e sim para assistir sem compromisso. “Crossing Lines” é uma produção internacional da alemã Tandem em parceria com as americanas Bernero e Sony, e com a francesa TF1. Ela foi adquiria pela NBC e AXN em 2013.  
A série acompanha as atividades do International Criminal Court, um equivalente europeu do FBI. Sediada na Holanda, uma equipe multi-deisciplinar, tem a missão de investigar crimes em série que são cometidos em diversos países da Europa. Vale pela diversão e só!”



    
    
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I’m watching Crossing Lines

“Para quem tem Netflix, vai uma sugestão de série de investigação. Tenho que admitir que o piloto (em duas partes) de “Crossing Lines” é divertido. Muito bem produzido, mas cheio (eu disse cheio mesmo) de clichês. O que poderia ser um problemas acaba se tornando um ponto positivo, pois o roteiro não faz nenhuma questão de esconder essa linha! A história não tem a profundidade de “True Detective” ou de “Bron/Broen”, o que torna cada episódio um entretenimento despretensioso, tanto que já garantiu uma segunda temporada. William Fichtner (Prison Break) continua o mesmo canastrão, mas não dá para negar que o cara tem carisma. Donald Sutherland (o pai do Jack Bauer) também vai bem. Os outros personagens também são caricatos e poderiam ser melhor explorados, já que cada um representa um país da Europa; mas acho que faz parte do jogo essa superficialidade. Não é uma série para pensar e sim para assistir sem compromisso. “Crossing Lines” é uma produção internacional da alemã Tandem em parceria com as americanas Bernero e Sony, e com a francesa TF1. Ela foi adquiria pela NBC e AXN em 2013. A série acompanha as atividades do International Criminal Court, um equivalente europeu do FBI. Sediada na Holanda, uma equipe multi-deisciplinar, tem a missão de investigar crimes em série que são cometidos em diversos países da Europa. Vale pela diversão e só!”

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    I’m watching The Leftovers



“Acabei de assistir o piloto de uma nova série da HBO chamada “The Leftovers”. Estava muito ansioso para assistir pelo simples fato de saber que a mente criativa por trás da série é “só” Damon Lindelof. Sinceramente eu não gostei, embora tenha sido muito bem dirigida, o primeiro episódio tem um história tão fraca que me faz pensar se foi a grife de Lindelof ou o roteiro que foi aprovado para produção. Eu tenho certeza que se fosse uma série de tv aberta, ela seria cancelada na 1a temporada (com sorte). Me lembrou muito “The Event” e “Flashfoward” (embora o piloto de “Flashfoward” tenha sido um dos melhores que eu já assisti de tratando de tv aberta). Como a série é da HBO eu vou dar mais uma chance, pois não é possível que a trama seja tão ruim quando me pareceu pelo piloto. A HBO dificilmente erra… o tempo dirá!!!”



    
    
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I’m watching The Leftovers

“Acabei de assistir o piloto de uma nova série da HBO chamada “The Leftovers”. Estava muito ansioso para assistir pelo simples fato de saber que a mente criativa por trás da série é “só” Damon Lindelof. Sinceramente eu não gostei, embora tenha sido muito bem dirigida, o primeiro episódio tem um história tão fraca que me faz pensar se foi a grife de Lindelof ou o roteiro que foi aprovado para produção. Eu tenho certeza que se fosse uma série de tv aberta, ela seria cancelada na 1a temporada (com sorte). Me lembrou muito “The Event” e “Flashfoward” (embora o piloto de “Flashfoward” tenha sido um dos melhores que eu já assisti de tratando de tv aberta). Como a série é da HBO eu vou dar mais uma chance, pois não é possível que a trama seja tão ruim quando me pareceu pelo piloto. A HBO dificilmente erra… o tempo dirá!!!”

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    I’m watching Broadchurch



“O piloto de “Broadchurch” é muito bom. Tão bom quanto de “Bron/Broen”. Cito a série dinamarquesa pela fato de se tratar do mesmo tema e gênero. Um corpo de uma criança de 11 anos é achado na praia de uma pacata cidade da Inglaterra, a partir daí começa uma investigação para saber o que realmente aconteceu com a vítima. Um detalhe importante na trama é que o caso chama atenção da mídia nacional e isso faz com que a pacata cidade e seus moradores se transformem no centro das atenções da imprensa. A trama me pareceu muito bem construída e o roteiro, mesmo contando com alguns clichês (que funcionam), é muito bom. Aprodução é impecável e a fotografia ao melhor estilo inglês (que eu adoro). A série acabou de ganhar o BAFTA 2014. Seu sucesso já rendeu adaptações na França e agora nos EUA (com o nome de “Gracepoint”). Curioso é que “Broadchurch” foi inspirada em outra série dinamarquesa “Forbrydelsen” que nos EUA recebeu o título de “The Killing” para seu remake.”



    
    
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“O piloto de “Broadchurch” é muito bom. Tão bom quanto de “Bron/Broen”. Cito a série dinamarquesa pela fato de se tratar do mesmo tema e gênero. Um corpo de uma criança de 11 anos é achado na praia de uma pacata cidade da Inglaterra, a partir daí começa uma investigação para saber o que realmente aconteceu com a vítima. Um detalhe importante na trama é que o caso chama atenção da mídia nacional e isso faz com que a pacata cidade e seus moradores se transformem no centro das atenções da imprensa. A trama me pareceu muito bem construída e o roteiro, mesmo contando com alguns clichês (que funcionam), é muito bom. Aprodução é impecável e a fotografia ao melhor estilo inglês (que eu adoro). A série acabou de ganhar o BAFTA 2014. Seu sucesso já rendeu adaptações na França e agora nos EUA (com o nome de “Gracepoint”). Curioso é que “Broadchurch” foi inspirada em outra série dinamarquesa “Forbrydelsen” que nos EUA recebeu o título de “The Killing” para seu remake.”

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    I’m watching Vikings



“Por indicação de um amigo, ontem assisti o piloto de “Vikings” do History Channel. Gostei muito, mas , claro, fica impossível não comparar com “Got” - até pela estética escolhida para contar a história. Lógico que “Vikings”não tem a magnitude da série da HBO, mas o que poderia ser um ponto negativo, acaba se transformando no seu maior mérito. “Vikings” tem um roteiro muito mais simples, direto e não menos inteligente. Por trabalhar em um Universo mais restrito,  seu desenvolvimento fica muito mais claro pra quem assiste. De cara, você percebe que a trama só tem a crescer e que os personagens, embora complexos, são muito bem apresentados!!! As locações na Irlanda e no Canadá também são lindas e a a produção da MGM é impecável e resolvida com muita criatividade. “Vikings” é a prova que é possível contar uma história grandiosa com um orçamento mais “modesto”. Já na 3a temporada, a série acabou de chegar no Netflix. Recomendo!”



    
    
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I’m watching Vikings

“Por indicação de um amigo, ontem assisti o piloto de “Vikings” do History Channel. Gostei muito, mas , claro, fica impossível não comparar com “Got” - até pela estética escolhida para contar a história. Lógico que “Vikings”não tem a magnitude da série da HBO, mas o que poderia ser um ponto negativo, acaba se transformando no seu maior mérito. “Vikings” tem um roteiro muito mais simples, direto e não menos inteligente. Por trabalhar em um Universo mais restrito, seu desenvolvimento fica muito mais claro pra quem assiste. De cara, você percebe que a trama só tem a crescer e que os personagens, embora complexos, são muito bem apresentados!!! As locações na Irlanda e no Canadá também são lindas e a a produção da MGM é impecável e resolvida com muita criatividade. “Vikings” é a prova que é possível contar uma história grandiosa com um orçamento mais “modesto”. Já na 3a temporada, a série acabou de chegar no Netflix. Recomendo!”

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    I’m watching Those Who Kill (U.S.)



“Pesquisando para um projeto que estou trabalhando, assisti o piloto da versão americana de uma série policial dinamarquesa chamada “Den som Draeber”. Com o nome de “Those Who Kill” a série com a história de Catherine Jensen, uma detetive da polícia que investiga crimes em série. O problema é que Catherine não consegue superar o desaparecimento do irmão e embora o caso nunca tenha sido solucionado, ela acredita que seu padrasto seja o responsável. O roteiro é muito bem construído e explora muito bem os dramas pessoais x  ética e comportamento profissional… Embora eu não tenha assistido a versão original, “Those Who Kill” me interessou! A série segue o caminho das antecessoras e geniais: Forbrydelsen (The Killing) e Bron/Broen (The Bridge). 
A produção é da Imagine Television em parceria com a Fox 21 para o A&E.”



    
    
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“Pesquisando para um projeto que estou trabalhando, assisti o piloto da versão americana de uma série policial dinamarquesa chamada “Den som Draeber”. Com o nome de “Those Who Kill” a série com a história de Catherine Jensen, uma detetive da polícia que investiga crimes em série. O problema é que Catherine não consegue superar o desaparecimento do irmão e embora o caso nunca tenha sido solucionado, ela acredita que seu padrasto seja o responsável. O roteiro é muito bem construído e explora muito bem os dramas pessoais x ética e comportamento profissional… Embora eu não tenha assistido a versão original, “Those Who Kill” me interessou! A série segue o caminho das antecessoras e geniais: Forbrydelsen (The Killing) e Bron/Broen (The Bridge). A produção é da Imagine Television em parceria com a Fox 21 para o A&E.”

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    I’m watching Silicon Valley



“Gostei do Piloto de Silicon Valley, nova série da HBO. Algumas citações interessantes sobre as empresas de tecnologia e algumas criticas bem colocadas no roteiro. É uma série de 30 minutos, o que acaba colocando o projeto em um patamar mais próximo de Entourage do que de Família Soprano, mas mesmo assim acho que tem potencial para ganhar uma segunda temporada. Seu grande erro pode ser querer ser engraçadinha demais (como na cena do gurú espiritual - péssimo!!!), mas se os roteiristas não perderem a mão podemos ter algo como “How make it in America” versão nerd!!!! Funciona, embora eu tenha sentido falta de uma abordagem com um pouco menos de clichês!!!!”



    
    
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“Gostei do Piloto de Silicon Valley, nova série da HBO. Algumas citações interessantes sobre as empresas de tecnologia e algumas criticas bem colocadas no roteiro. É uma série de 30 minutos, o que acaba colocando o projeto em um patamar mais próximo de Entourage do que de Família Soprano, mas mesmo assim acho que tem potencial para ganhar uma segunda temporada. Seu grande erro pode ser querer ser engraçadinha demais (como na cena do gurú espiritual - péssimo!!!), mas se os roteiristas não perderem a mão podemos ter algo como “How make it in America” versão nerd!!!! Funciona, embora eu tenha sentido falta de uma abordagem com um pouco menos de clichês!!!!”

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“The Tunnel” é uma co-produção entre Inglaterra e França e mostra a relação de dois investigadores (um de cada país) que são obrigados a trabalhar juntos quando o corpo de uma política francesa é encontrado exatamente na linha que divide o dois países dentro do Euro Tunnel. Por se tratar de um licenciamento da Dinarmarquesa / Sueca “Bron/Broen”, a série Inglesa adapta elementos muito particulares da cultura dos dois países e sua extensa rivalidade. Na versão original essa disputa não é tão acentuada o que permite um foco maior na construção intima de cada personagem deixando a relação menos estereotipada. Sinceramente, gosto da produção das duas versões, mas o interessante desse exercício é entender como cada uma respeita sua maneira de produzir, de filmar, a velocidade, o movimento, os enquadramentos, as sutilezas… Sou fã das duas linguagens, mas a fotografia de Bon/Broen é imbatível. The Tunnel é muito boa, roteiro excelente. Indico! Agora resta saber se “The Bridge”, versão americana do série não vai decepcionar - vou assistir o piloto e depois comento.”
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“The Tunnel” é uma co-produção entre Inglaterra e França e mostra a relação de dois investigadores (um de cada país) que são obrigados a trabalhar juntos quando o corpo de uma política francesa é encontrado exatamente na linha que divide o dois países dentro do Euro Tunnel. Por se tratar de um licenciamento da Dinarmarquesa / Sueca “Bron/Broen”, a série Inglesa adapta elementos muito particulares da cultura dos dois países e sua extensa rivalidade. Na versão original essa disputa não é tão acentuada o que permite um foco maior na construção intima de cada personagem deixando a relação menos estereotipada. Sinceramente, gosto da produção das duas versões, mas o interessante desse exercício é entender como cada uma respeita sua maneira de produzir, de filmar, a velocidade, o movimento, os enquadramentos, as sutilezas… Sou fã das duas linguagens, mas a fotografia de Bon/Broen é imbatível. The Tunnel é muito boa, roteiro excelente. Indico! Agora resta saber se “The Bridge”, versão americana do série não vai decepcionar - vou assistir o piloto e depois comento.”

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    I’m watching True Detective



“Realmente o roteiro da série “True Dective” é genial. O foco está nos personagens com seus seus problemas e fraquezas. O enredo policial é bom (serial killer, suspense, etc) mas já vimos centenas deles na TV e no Cinema, mas a construção narrativa e a complexidade dos personagens chamam a atenção. Não é uma série dinâmica, mas prende e intriga. Sobre a produção, nem tem o que falar: perfeita! E não seria diferente sabendo que a produtora que está cuidando da série é a Anonymous Content. Recomendo!
Obs: A série foi aprovada sem o episódio piloto… poucos roteiros conseguem isso - justifica!!!”



    
    
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“Realmente o roteiro da série “True Dective” é genial. O foco está nos personagens com seus seus problemas e fraquezas. O enredo policial é bom (serial killer, suspense, etc) mas já vimos centenas deles na TV e no Cinema, mas a construção narrativa e a complexidade dos personagens chamam a atenção. Não é uma série dinâmica, mas prende e intriga. Sobre a produção, nem tem o que falar: perfeita! E não seria diferente sabendo que a produtora que está cuidando da série é a Anonymous Content. Recomendo! Obs: A série foi aprovada sem o episódio piloto… poucos roteiros conseguem isso - justifica!!!”

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    I’m watching Rectify



“Assisti o piloto de Rectify e achei muito fraco. Achei o roteiro fraco, direção ruim e o trabalho dos atores péssimo… Não sobrou nada que prestasse na minha opinião. Para minha surpresa, essa série do canal Sundance está na lista dos 10 melhores projetos de 2013 da Fernanda Furquim. Questão de opinião… Eu não gostei, mas o projeto já garantiu uma segunda temporada!”



    
    
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“Assisti o piloto de Rectify e achei muito fraco. Achei o roteiro fraco, direção ruim e o trabalho dos atores péssimo… Não sobrou nada que prestasse na minha opinião. Para minha surpresa, essa série do canal Sundance está na lista dos 10 melhores projetos de 2013 da Fernanda Furquim. Questão de opinião… Eu não gostei, mas o projeto já garantiu uma segunda temporada!”

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    I’m watching Black Mirror



“Acabei de assistir o primeiro episódio dessa série inglesa que ganhou o Emmy Internacional em 2012. Genial!!! Muito bem produzida, com uma linguagem muito dinâmica e um roteiro inteligente, a série faz uma crítica a sociedade atual tão escrava de tecnologia. O interessante é que cada episódio é totalmente independente um do outro, mas o roteiro é construído sempre baseado na mesma premissa: como o mundo virtual pode influenciar o mundo real! Muito bom, mesmo!!! Indico!!! E o melhor é que a segunda temporada com mais três episódios já estreia no começo de 2014!”



    
    
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“Acabei de assistir o primeiro episódio dessa série inglesa que ganhou o Emmy Internacional em 2012. Genial!!! Muito bem produzida, com uma linguagem muito dinâmica e um roteiro inteligente, a série faz uma crítica a sociedade atual tão escrava de tecnologia. O interessante é que cada episódio é totalmente independente um do outro, mas o roteiro é construído sempre baseado na mesma premissa: como o mundo virtual pode influenciar o mundo real! Muito bom, mesmo!!! Indico!!! E o melhor é que a segunda temporada com mais três episódios já estreia no começo de 2014!”

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    I’m watching True Love



“”True Love” é uma série sobre relacionamentos. Produzida pela inglesa BBC, ela conta a história de relacionamentos amorosos de diversos casais que vivem em uma mesma cidade. O bacana da série é que todos os diálogos foram improvisados pelo elenco, ou seja, com base em uma sinopse, os atores conduziram a trama para as situações e finalizações propostas pelo autor. A estratégia funciona, a narrativa ganha uma naturalidade maior, e a direção aproveita muito desse conceito pois trabalha com uma camera mais solta, com enquadramentos menos usuais e uma fotografia mais documental… Gostei muito, uma pena que só teremos 5 episódios!!! Pra quem gosta de filmes de relação como eu, essa série é um prato cheio!!!!”



    
    
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“”True Love” é uma série sobre relacionamentos. Produzida pela inglesa BBC, ela conta a história de relacionamentos amorosos de diversos casais que vivem em uma mesma cidade. O bacana da série é que todos os diálogos foram improvisados pelo elenco, ou seja, com base em uma sinopse, os atores conduziram a trama para as situações e finalizações propostas pelo autor. A estratégia funciona, a narrativa ganha uma naturalidade maior, e a direção aproveita muito desse conceito pois trabalha com uma camera mais solta, com enquadramentos menos usuais e uma fotografia mais documental… Gostei muito, uma pena que só teremos 5 episódios!!! Pra quem gosta de filmes de relação como eu, essa série é um prato cheio!!!!”

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    I’m watching Dates



“Dates é genial! Na levada de “Em Terapia”, essa serie britânica conta a história de casais que estão tendo seu primeiro encontro tendo um restaurante como cenário fixo - foco no texto, nos atores e só!!! Assisti o piloto e gostei muito. Muito bem dirigida, uma fotografia incrível, um roteiro muito bem escrito e interpretações perfeitas. Certamente essa serie entrou na lista das que valem a pena seguir a temporada. A produção de Dates é da Balloon Entertainment para o Channel 4 da Inglaterra. A criação é do Bryan Elsley de Skins e a 1a temporada terá 9 episódios. Obs: Tipo de serie excelente para licenciamento: custo baixo de produção + roteiro inteligente e de fácil customização…”



    
    
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“Dates é genial! Na levada de “Em Terapia”, essa serie britânica conta a história de casais que estão tendo seu primeiro encontro tendo um restaurante como cenário fixo - foco no texto, nos atores e só!!! Assisti o piloto e gostei muito. Muito bem dirigida, uma fotografia incrível, um roteiro muito bem escrito e interpretações perfeitas. Certamente essa serie entrou na lista das que valem a pena seguir a temporada. A produção de Dates é da Balloon Entertainment para o Channel 4 da Inglaterra. A criação é do Bryan Elsley de Skins e a 1a temporada terá 9 episódios. Obs: Tipo de serie excelente para licenciamento: custo baixo de produção + roteiro inteligente e de fácil customização…”

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