Simples Ensaios

    I’m watching Hemlock Grove



“Hoje foi lançada a 2a série original do Netflix (a 1a foi House of Cards). Pois bem, se Hemlock Grove tivesse estreado na ABC eu diria que a série não duraria uma temporada. Ao contrario de House of Cards que te conquista desde o piloto, Hemlock Grove chega com um 1o episódio cheio de clichês, mas o que poderia ser ruim, acaba funcionando, pois o roteiro intriga e, me parece, vai ganhar força com o andamento da temporada. Um suspense ao estilo Stephen King, voltado para o publico adolescente, bem feito e por enquanto só! Como os 13 episódios já estão produzidos, e disponibilizados, tenho certeza que muita gente, como eu, vai dar mais uma chance à série.”



    
    
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I’m watching Hemlock Grove

“Hoje foi lançada a 2a série original do Netflix (a 1a foi House of Cards). Pois bem, se Hemlock Grove tivesse estreado na ABC eu diria que a série não duraria uma temporada. Ao contrario de House of Cards que te conquista desde o piloto, Hemlock Grove chega com um 1o episódio cheio de clichês, mas o que poderia ser ruim, acaba funcionando, pois o roteiro intriga e, me parece, vai ganhar força com o andamento da temporada. Um suspense ao estilo Stephen King, voltado para o publico adolescente, bem feito e por enquanto só! Como os 13 episódios já estão produzidos, e disponibilizados, tenho certeza que muita gente, como eu, vai dar mais uma chance à série.”

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    I’m watching In Treatment



“In Treatment é bom, mas a versão argentina “En Terapia” é melhor. Fiz o exercício de assistir as três versões que encontrei do piloto baseado no formato original “BeTipul” que é de Israel. A versão argentina me pareceu mais realista, sem pesar tanto no esteriótipo e com o texto melhor adaptado a cada personagem. A produção argentina é tão boa quanto a americana - e isso é um elogio pois estamos falando de HBO. Quanto a versão brasileira, eu achei muito sombria e faltou um pouco mais de cuidado no tom que os atores imprimiram em cena. Que fique claro que a versão da GNT não é ruim, pelo contrário, é muito boa; mas para o meu gosto a Argentina é melhor, mais bem cuidada. Importante enfatizar a importância de um bom roteiro no sentido artístico e econômico. Artístico, pois o texto é facilmente adaptado à realidade de vários países, o que faz do formato um grande sucesso comercial - certamente é um case pela qualidade e criatividade! Econômico, pois cada episódio da 1a temporada temos apenas dois atores em cena e, praticamente, só uma locação - o que ajuda ainda mais viabilizar o projeto, aumentando seu potencial de licenciamento no Mundo. 
Vale a pena assistir qualquer uma das versões.”



    
    
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I’m watching In Treatment

“In Treatment é bom, mas a versão argentina “En Terapia” é melhor. Fiz o exercício de assistir as três versões que encontrei do piloto baseado no formato original “BeTipul” que é de Israel. A versão argentina me pareceu mais realista, sem pesar tanto no esteriótipo e com o texto melhor adaptado a cada personagem. A produção argentina é tão boa quanto a americana - e isso é um elogio pois estamos falando de HBO. Quanto a versão brasileira, eu achei muito sombria e faltou um pouco mais de cuidado no tom que os atores imprimiram em cena. Que fique claro que a versão da GNT não é ruim, pelo contrário, é muito boa; mas para o meu gosto a Argentina é melhor, mais bem cuidada. Importante enfatizar a importância de um bom roteiro no sentido artístico e econômico. Artístico, pois o texto é facilmente adaptado à realidade de vários países, o que faz do formato um grande sucesso comercial - certamente é um case pela qualidade e criatividade! Econômico, pois cada episódio da 1a temporada temos apenas dois atores em cena e, praticamente, só uma locação - o que ajuda ainda mais viabilizar o projeto, aumentando seu potencial de licenciamento no Mundo. Vale a pena assistir qualquer uma das versões.”

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    I’m watching Crash



“Eu ainda não tinha assistido o piloto de Crash, serie de 2009 baseado no vencedor do Oscar de melhor filme e roteiro original em 2005 - do genial Paul Haggis. Pois bem, algumas constatações: A serie é boa mas não chega aos pés do filme. Embora a trama pareça ser bem construída e tenha o saudoso Dennis Hooper como um dos principais personagens, a serie não inova na narrativa e nem surpreende como no filme. A sensação de “já vi isso antes” atrapalha na avaliação. Crash é o tipo da série que o piloto não mostra muito, mas mesmo assim deixa a sensação de que existe potencial. É preciso assistir mais alguns episódios, mas como sabemos que o Starz produziu 2 temporadas e só cancelou o show pq Dennis Hooper faleceu em 2010, vale o investimento de tempo e boa vontade!”



    
    
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I’m watching Crash

“Eu ainda não tinha assistido o piloto de Crash, serie de 2009 baseado no vencedor do Oscar de melhor filme e roteiro original em 2005 - do genial Paul Haggis. Pois bem, algumas constatações: A serie é boa mas não chega aos pés do filme. Embora a trama pareça ser bem construída e tenha o saudoso Dennis Hooper como um dos principais personagens, a serie não inova na narrativa e nem surpreende como no filme. A sensação de “já vi isso antes” atrapalha na avaliação. Crash é o tipo da série que o piloto não mostra muito, mas mesmo assim deixa a sensação de que existe potencial. É preciso assistir mais alguns episódios, mas como sabemos que o Starz produziu 2 temporadas e só cancelou o show pq Dennis Hooper faleceu em 2010, vale o investimento de tempo e boa vontade!”

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    I’m watching Sherlock



“Acabo de assistir o piloto da série inglesa Sherlock. Tipo do projeto que merece respeito, inicialmente, pela ousadia dos produtores, afinal tirar um personagem clássico da era vitoriana e colocar nos dias de hoje não deve ter sido uma idéia que tenha agradado à todos os executivos. Pois então, é o que sempre digo: quer ser um executivo de tv de sucesso? Então saia da zona de conforto e banque uma idéia criativa, mesmo que pareça muito arrojada no primeiro momento. Embora o personagem seja muito atual e o enredo excelente, o roteiro do piloto criou uma atmosfera nostálgica e misturou com o modernismo tecnológico, ao estilo CSI, com maestria. Imagine um personagem clássico desvendando assassinatos em uma Londres atual! Sherlock é isso, mistura magia com realismo, e vale o entretenimento. Uma estética interessante na direção e uma produção primorosa, digno de um filme de Estúdio, porém inglês. A BBC acertou, arriscou e colhe os resultados já que vamos para uma terceira temporada de muito sucesso. Minha curiosidade agora é ver como os americanos aplicaram esse conceito em “Elementary”.
Sherlock já pode se considerar com uma vida longa!”



    
    
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“Acabo de assistir o piloto da série inglesa Sherlock. Tipo do projeto que merece respeito, inicialmente, pela ousadia dos produtores, afinal tirar um personagem clássico da era vitoriana e colocar nos dias de hoje não deve ter sido uma idéia que tenha agradado à todos os executivos. Pois então, é o que sempre digo: quer ser um executivo de tv de sucesso? Então saia da zona de conforto e banque uma idéia criativa, mesmo que pareça muito arrojada no primeiro momento. Embora o personagem seja muito atual e o enredo excelente, o roteiro do piloto criou uma atmosfera nostálgica e misturou com o modernismo tecnológico, ao estilo CSI, com maestria. Imagine um personagem clássico desvendando assassinatos em uma Londres atual! Sherlock é isso, mistura magia com realismo, e vale o entretenimento. Uma estética interessante na direção e uma produção primorosa, digno de um filme de Estúdio, porém inglês. A BBC acertou, arriscou e colhe os resultados já que vamos para uma terceira temporada de muito sucesso. Minha curiosidade agora é ver como os americanos aplicaram esse conceito em “Elementary”. Sherlock já pode se considerar com uma vida longa!”

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    I’m watching House of Cards



“Como é bom assistir uma serie com novidades narrativas e, claro, com roteiro, direção e produção impecáveis. Não se deve imaginar nada de diferente disso quando unimos no mesmo projeto Kevin Spacey, David Fincher e as informções de hábitos de consumo que a Netflix tem. House of Cards é uma versão de uma serie dos anos 90 com uma trama política recheada de intrigas, sexo, egocentrismo, disputas de poder. Para quem gosta do gênero é um prato cheio! 
A importância desse projeto da sua concepção à forma de distribuição também merece destaque. Empresas como a Netflix, com sua enorme fonte de informação, vão, cada vez mais, investir em produções próprias para atrair audiência com conteúdo relevante. A Estratégia é simples: sabemos o que nosso assinante quer assistir, então vamos produzir. exibir e distribuir! Existe tecnologia para isso  e funciona muito bem - Muita coisa vai mudar na maneira como vemos “TV”, pode apostar!”



    
    
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I’m watching House of Cards

“Como é bom assistir uma serie com novidades narrativas e, claro, com roteiro, direção e produção impecáveis. Não se deve imaginar nada de diferente disso quando unimos no mesmo projeto Kevin Spacey, David Fincher e as informções de hábitos de consumo que a Netflix tem. House of Cards é uma versão de uma serie dos anos 90 com uma trama política recheada de intrigas, sexo, egocentrismo, disputas de poder. Para quem gosta do gênero é um prato cheio! A importância desse projeto da sua concepção à forma de distribuição também merece destaque. Empresas como a Netflix, com sua enorme fonte de informação, vão, cada vez mais, investir em produções próprias para atrair audiência com conteúdo relevante. A Estratégia é simples: sabemos o que nosso assinante quer assistir, então vamos produzir. exibir e distribuir! Existe tecnologia para isso e funciona muito bem - Muita coisa vai mudar na maneira como vemos “TV”, pode apostar!”

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    I’m watching Les Miserables



“Les Miserables é incrivel. Tom Hooper conduziu o filme de maneira brilhante! Eu já havia assistido o musical em NY, depois em SP e tenho o Bluray do show de 25 anos, então confesso que minha surpresa não foi tão grande com relação ao musical em si, mas a maneira como toda a magia do teatro foi aplicada no filme me surpreendeu. O filme é 98% cantado, como a peça, e vc tem a sensação que são simplesmente dialogos. A decisão de captar o audio no set fez toda a diferença, deu emoção. Os movimentos de camera e a fotografia estão impecáveis bem como toda arte do filme. Acho que com o sucesso do filme, teremos mais musicais da broadway na telona em breve. Imperdível!!!”



    
    
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“Les Miserables é incrivel. Tom Hooper conduziu o filme de maneira brilhante! Eu já havia assistido o musical em NY, depois em SP e tenho o Bluray do show de 25 anos, então confesso que minha surpresa não foi tão grande com relação ao musical em si, mas a maneira como toda a magia do teatro foi aplicada no filme me surpreendeu. O filme é 98% cantado, como a peça, e vc tem a sensação que são simplesmente dialogos. A decisão de captar o audio no set fez toda a diferença, deu emoção. Os movimentos de camera e a fotografia estão impecáveis bem como toda arte do filme. Acho que com o sucesso do filme, teremos mais musicais da broadway na telona em breve. Imperdível!!!”

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    I’m watching Zero Hour



“O Piloto de Zero Hour me chamou a atenção desde o Up Front Do ano passado. Me pareceu a melhor aposta da ABC. Muito bem, acabei de ver o Piloto da Série que tem como mente criativa um dos criadores de Prison Break (oq já é um baita cartão de visitas). O tema é instigante, uma espécie de caça ao tesouro com referências de Dan Braum. A história é interessante e a produção melhor ainda, oq me deixa inseguro com relação ao futuro da série é se o publico americano vai ter paciência de montar o quebra-cabeça junto com o protagonista, já que é uma série focada no grande publico da tv aberta. Acho dificil a missão dos roteiristas de toda semana surpreender a audiencia e ao mesmo tempo manter o ritmo… A história não é simples, mas vale a pena acompanhar pra ver onde vai dar. Minha aposta é no cancelamento (infelizmente), mas é o tipo do projeto que pode virar HIT se der sorte e os criadores tiverem a competencia que a equipe de Fringe teve… Serie que terminaria em 5 temporadas com status de cult!”



    
    
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I’m watching Zero Hour

“O Piloto de Zero Hour me chamou a atenção desde o Up Front Do ano passado. Me pareceu a melhor aposta da ABC. Muito bem, acabei de ver o Piloto da Série que tem como mente criativa um dos criadores de Prison Break (oq já é um baita cartão de visitas). O tema é instigante, uma espécie de caça ao tesouro com referências de Dan Braum. A história é interessante e a produção melhor ainda, oq me deixa inseguro com relação ao futuro da série é se o publico americano vai ter paciência de montar o quebra-cabeça junto com o protagonista, já que é uma série focada no grande publico da tv aberta. Acho dificil a missão dos roteiristas de toda semana surpreender a audiencia e ao mesmo tempo manter o ritmo… A história não é simples, mas vale a pena acompanhar pra ver onde vai dar. Minha aposta é no cancelamento (infelizmente), mas é o tipo do projeto que pode virar HIT se der sorte e os criadores tiverem a competencia que a equipe de Fringe teve… Serie que terminaria em 5 temporadas com status de cult!”

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Review Cosmópolis

Cosmópolis está longe de ser um bom entretenimento. O filme do diretor canadense David Cronenberg é um convite à reflexão sobre a “Era facebookiana”. Em um mundo onde os jovens se tornam milionários por serem capazes de transformar idéias, muitas vezes de terceiros, em grandes corporações em plena queda do Capitalismo e onde os relacionamentos virtuais sobrepõem as relações íntimas e pessoais; Cronemberg, magistralmente, faz uma crítica ao individualismo e a obsessão pelas conquistas materiais. O roteiro é melhor que o filme e, certamente, o livro deve superar os dois. A direção é experimental, foge do clássico. O posicionamentos das cameras ajudam a contar uma história caótica, sem referências estéticas usuais. O diretor abusa da sua liberdade e, na minha opinião, as vezes, “perde a mão”. O filme cansa um pouco porque 70% dele se passa dentro de uma limosine. A sensação claustofóbica é muito bem retratada - mérito. A frieza das relações também; mas os diálogos são um pouco longos, muitas vezes, profundos demais - difícil de processar imediatamente - pra se ter uma idéia, o epílogo tem quase 30 minutos…

O filme não é ruim, mas tem que estar muito disposto…

Manifesto ESPN - Onde mais?


Belíssimo texto e as imagens, falam por si só… 

Agência: Neogama | BBH
Locução: Antônio Viviani

As 10 séries de maior audiência da Temporada 2011-2012

Pelo oitavo ano consecutivo a Fox conquistou o primeiro lugar na audiência do público alvo do anunciante, que compreende a faixa etária entre 18 e 49 anos. A vitória foi conquistada graças ao programa American Idol, seu carro chefe, responsável por um terço de sua audiência na última Temporada.
A CBS ficou em segundo lugar na medição da audiência pelo público alvo, mas conquistou o primeiro lugar na soma do público em geral. Com a transmissão de jogos esportivos, a NBC saiu do quarto lugar na audiência americana, posição que ocupava há oito anos. Ela aparece em terceiro lugar, posição que era ocupada pela ABC, que ficou em quarto lugar. No entanto, a diferença entre os dois canais é mínima.
Mas as mudanças mais significativas ocorreram com o canal CW, que permanece em último lugar. Os números registrados revelam uma queda significativa de sua audiência em relação à Temporada anterior, tanto na audiência total quanto entre o público alvo.
As 10 séries de maior audiência da TV americana – rede aberta (a lista abaixo não leva em consideração outros formatos de programas como esportes, reality shows, humorísticos, talk shows ou noticiários):

Entre o público alvo (18-49 anos): rating/share
1. Modern Family – 5.54/15 2. The Big Bang Theory – 5.53/17 3. Two and a Half Men – 5.10/12 4. 2 Broke Girls – 4.35/11 5. Grey’s Anatomy – 4.23/11 6. New Girl – 4.20/11 7. How I Met Your Mother – 4.12/12 8. Once Upon a Time – 4.10/10 9. NCIS – 4.01/11 10. Family Guy – 3.79/9

Por milhões de telespectadores:
 1. NCIS – 19.491 milhões 2. NCIS: Los Angeles – 16.011 milhões 3. The Big Bang Theory – 15.820 milhões 4. Two and a Half Men – 14.639 milhões 5. The Mentalist – 14.570 milhões 6. Person of Interest – 14.337 milhões 7. Criminal Minds – 13.196 milhões 8. Modern Family – 12.930 milhões 9. CSI – 12.490 milhões 10. Castle – 12.181 milhões

Audiência média por canal na faixa 18-49 anos:
 Fox: 3.2  milhões de telespectadores (queda de 9% em relação à Temporada 2010-2011) CBS: 3.0 milhões de telespectadores (aumento de 3% em relação à Temporada de 2010-2011) NBC: 2.5 milhões de telespectadores (aumento de 9% em relação à Temporada de 2010-2011) ABC: 2.4 milhões de telespectadores (queda de 4% em relação à Temporada de 2010-2011) CW: 0.7 mil telespectadores (queda de 22% em relação à Temporada de 2010-2011)

As 10 séries de maior audiência da Temporada 2011-2012

Pelo oitavo ano consecutivo a Fox conquistou o primeiro lugar na audiência do público alvo do anunciante, que compreende a faixa etária entre 18 e 49 anos. A vitória foi conquistada graças ao programa American Idol, seu carro chefe, responsável por um terço de sua audiência na última Temporada.

A CBS ficou em segundo lugar na medição da audiência pelo público alvo, mas conquistou o primeiro lugar na soma do público em geral. Com a transmissão de jogos esportivos, a NBC saiu do quarto lugar na audiência americana, posição que ocupava há oito anos. Ela aparece em terceiro lugar, posição que era ocupada pela ABC, que ficou em quarto lugar. No entanto, a diferença entre os dois canais é mínima.

Mas as mudanças mais significativas ocorreram com o canal CW, que permanece em último lugar. Os números registrados revelam uma queda significativa de sua audiência em relação à Temporada anterior, tanto na audiência total quanto entre o público alvo.

As 10 séries de maior audiência da TV americana – rede aberta
(a lista abaixo não leva em consideração outros formatos de programas como esportes, reality shows, humorísticos, talk shows ou noticiários):

Entre o público alvo (18-49 anos): rating/share

1. Modern Family – 5.54/15
2. The Big Bang Theory – 5.53/17
3. Two and a Half Men – 5.10/12
4. 2 Broke Girls – 4.35/11
5. Grey’s Anatomy – 4.23/11
6. New Girl – 4.20/11
7. How I Met Your Mother – 4.12/12
8. Once Upon a Time – 4.10/10
9. NCIS – 4.01/11
10. Family Guy – 3.79/9

Por milhões de telespectadores:


1. NCIS – 19.491 milhões
2. NCIS: Los Angeles – 16.011 milhões
3. The Big Bang Theory – 15.820 milhões
4. Two and a Half Men – 14.639 milhões
5. The Mentalist – 14.570 milhões
6. Person of Interest – 14.337 milhões
7. Criminal Minds – 13.196 milhões
8. Modern Family – 12.930 milhões
9. CSI – 12.490 milhões
10. Castle – 12.181 milhões

Audiência média por canal na faixa 18-49 anos:


Fox: 3.2  milhões de telespectadores (queda de 9% em relação à Temporada 2010-2011)
CBS: 3.0 milhões de telespectadores (aumento de 3% em relação à Temporada de 2010-2011)
NBC: 2.5 milhões de telespectadores (aumento de 9% em relação à Temporada de 2010-2011)
ABC: 2.4 milhões de telespectadores (queda de 4% em relação à Temporada de 2010-2011)
CW: 0.7 mil telespectadores (queda de 22% em relação à Temporada de 2010-2011)

O novo manifesto da Puma

Cada vez que eu vejo filmes como esse, minha vontade de dirigi-los só aumenta. Esse é mais um filme em que a Puma trabalha o conceito de “Social” - conceito esse que já rendeu um Leão em Cannes para a marca.

Os filmes são lindos, com uma locução humana, planos muito bem desenhados e uma fotografia perfeita. Esse filme, especificamente, foi dirigido pelo genial Fredrik Bond - o mesmo diretor do Classico “The Entrance” da Heineken: http://youtu.be/KGzqKbO6Bgg

A produção é da MJZ.

Cartier 165 anos

Belíssimo filme dirigido Bruno Aveillan e com criação da Marcel. Uma mistura de técnicas que impressiona, sempre acompanhado de uma linda trilha. A fotografia também chama atenção, pois é muito bem construída para dar a leveza aos inúmeros efeitos especiais e de composição que o filme apresenta.

Eu, particularmente, sou fã do trabalho desse francês… Para situar, segue algumas obras-primas do cara:

Louis Vuitton: http://youtu.be/zTtpFmgBmTI

Lanvin: http://youtu.be/VfMtwdrAq0g

Magnum: http://youtu.be/jf-8Uhz1GqE

As agências mais criativas de 2011

Segundo análise da revista Creativity, as melhores ideias da publicidade estão surgindo na hotshop Droga5, de David Droga. “Uma pesquisa do trabalho que surgiu das portas da agência desde 2006, sua fundação, revela um padrão de movimentos audaciosos e marcantes”, define.

A publicação cita projetos do passado, como o Tap Project, para Unicef, iniciativa que levou água para comunidades sem acesso, e o projeto de Bing com Jay-Z, que promoveu a história do rapper com trechos de sua biografia impressos em locais pitorescos como uma piscina.

E apesar disso, sustenta a Creativity, o trabalho de 2011 trouxe uma dimensão ainda maior, por conta dos desafios. A conquista da conta de Prudential Financial, uma instituição de porte “sério”, deixou o mercado curioso para saber o que seria feito. A Droga5 surpreendeu a todos com uma campanha com forte teor emotivo, “Day One”, que mostrava o primeiro dia de pessoas que se aponsentavam. Seus desafios, medos, virtudes foram apresentados de maneira a valorizar o produto da companhia:  http://youtu.be/LTYfQILf-Z4

Outra conta complicada foi de Athenos, uma marca de comida grega que jamais havia aparecido na TV e que queria multiplicar seus negócios. A Droga5 criou “Vision Labs”, um painel de experts em comida, filmes e jornalismo que refletiam sobre a cultura grega e como a marca tinha a ver com isso. A campanha teve uma ação multiplataforma chamada “Yiaya” que mostrava uma avó grega pedindo à sua neta nos Estados Unidos para selecionar alimentos gregos mais típicos. A ação teve 3 milhões de visualizações no YouTube e as vendas saltaram 10%: http://youtu.be/JmD-wDEeOds

Mas houve também trabalhos para clientes “tradicionais”, como Puma. Depois do sucesso de “After-Hours Athlete”, a agência lançou “Pump Up” e globalizou o esforço Puma Social. Além disso, o Tap Project continua forte, tendo gerado US$ 3 milhões para ajudar crianças sem água ao redor do mundo e envolvendo celebridades.

O mais novo desafio é a marca dinamarquesa Vestas, de turbinas. A agência criou a marca WindMade, que aparece em embalagens de produtos com no mínimo 25% de produção baseada em energia heólica. A ideia foi muito mais divulgar a energia renovável do que o produto.

A Droga5 é de Nova York, mas tem escritórios também na Austrália e Nova Zelândia, com total de 220 funcionários. Não seria má ideia se David Droga viesse para o Brasil.

As outras

A Creativity apontou ainda outras dez agências como destaques criativos. AKQA destacou-se pela ação “Night Vision” para Heineken e Road Frustration Index” para Audi e aplicativos para Delta Air Lines. A BBDO brilhou com ações para FedEx (“AAAAA Auto Repair” e “Enchanted”), M&M´s (“Hungry Eyes”) e AT&T (“Spider”), além de plataformas para HBO, Guinness, AT&T e Autism Speaks. A BBH, tanto com Londres e Nova York, foi apontada por ações para clientes como Robinsons´ Fruit Shoot, Lynx, Yeo Valley, Google e o Playground Sessions, este, um software de músicas educativas para baixar.

A Crispin, Porter + Bogusky também aprece na lista por conta de “Raising the Bar”, para Domino´s, campanha transmitida em outdoor da Times Square,e esforços para Kraft, como Jell-O Pudding Face Mood Meter.

A argentina Del Campo Nazca S&S foi a representante latina na lista, por conta do trabalho para a varejista BGH, e pelo cooler inteligente de Andes Beer e o avatar robô para a marca Norte.

A Califórnia teve como representantes a Goodby, Silverstein & Partners, por conta do trbalho para Chevy, incluindo um bungee jump com o modelo Sonic acionado por controle remoto, e a 72AndSunny, com o comercial para o game “Call of Duty Modern Warfare 3”, um comercial para Samsung que tirava sarro da Apple, e “Unhate”, ação para Benneton que promoveu beijos entre Barack Obama e Hugo Chavez, dentre outros (inclusive a peça proibida envolvendo líderes religiosos). 

Por fim, a Wieden + Kennedy, tanto com o escritório de Portland, quanto com o de Londres. Os norte-americanos criaram peças como a de Old Spice que trouxe o ícone pop brega Fabio para disputar o cargo de “cara de Old Spice” com Isaiah Mustafa. E fez uma ação para Nike baseada no conceito de De Volta para o Futuro, em prol da Michael J. Fox Foundation. E “Legacy”, comercial para Levís e “Born of Fire”, para Chrysler, esta, estrelada por Eminem. Os ingleses criaram campanha para divulgar o álbum “Bespoke Album”, do Kaiser Chiefs e uma odisseia alimentícia em porl de Lurpak„ para Honda, e “Cats with Thumbs”, para Cravendale´s.

fonte: M&M

Manifesto - ASCS

Esse é o filme Manifesto criado pela 180 Amsterdam para a Asics que fala da paixão pelo esporte que une atletas amadores e profissionais. O interessante da Campanha é que ela vai além da Publicidade tradicional e, embora não seja novidade e sim uma tendência, cria uma atmosfera humana para marca, aproximando seu consumidor pela identificação emocional com a marca. Fica lindo! Para compor a Campanha, a ASCS ainda produziu seis belos curtas seguindo a mesma estratégia que a NIKE e a Adidas vem aplicando em sua comunicação há alguns anos. Você pode assistir esse material no canal da Marca no YouTube: http://www.youtube.com/user/ASICSvideo?feature=watch 

Enfim, Budweiser no Brasil

Saiu o primeiro comercial para televisão da Budweiser desde que a marca chegou ao Brasil. Trata-se de uma adaptação da Africa, dona da conta brasileira, em cima de um comercial criado pela Anomaly.
O filme se apoia no posicionamento global “Great Times Are Coming”, que não sofreu tradução no Brasil. A ideia da peça é convidar as pessoas a celebrarem “os bons momentos que estão por vir”.  
A maneira que a marca encontrou para fazer isso é exibir imagens da preparação das pessoas para grandes eventos, como um show ou uma festa de grandes proporções, intercalando com cenas dos próprios eventos. Tudo regado a muita Bud. Gostei muito!